Category Archives: Coisas soltas

Size does matter

Nunca percebi a eterna discussão prefiro o rabo, não não, eu cá gosto é de mamas, ass guy vs tits guy…

Pernas! Para quê ter 20 centímetros quando se pode ter 1 metro e 10?

Gonçalo Fortes

both


Bitch or beach?

” – What do you call a woman that sells her body?”

” – Bitch.”

” – And where is the place where you can take a swim?”

” – Between a woman’s thighs?”

 

 


Centopeia

Verão Verão, tantas pernas tinhas…

 

Gonçalo Fortes

 

 

 


Not purrfect!

Depois disto:

disto:

e também disto:

é isto o melhor que conseguem arranjar?

 

Gonçalo Fortes


Já visto

Acabo de ter um déjà vu. Pena que não tinha mamas!

 

Gonçalo Fortes

 

 


Debutando

Já ando por aqui há algum tempo e sempre com uma rudeza blasé, sem me apresentar. Faço-o agora sem mais delongas, atirado na mesma num bocejo displicente: as páginas Sobre o Alfa e Sobre o Evangelho são já território marcado de facto. Procurem os pingos amarelos.

 

Gonçalo Fortes


Grão Filosofal

Desculpa, Tó, mas não é o sonho que comanda a vida. É o café!

 

Gonçalo Fortes


E lá no fundo, a esperança

Desconfio sempre de uma mulher com uma grande mala a tiracolo. Sinto que existe uma relação entre o tamanho da mala e a bagagem emocional. E a não ser que seja uma versão moderna do Sport Billy, substituindo as raquetes e bolas de futebol por psicopatologias e traumas emocionais, o tamanho, aqui, interessa. Curiosamente, para aquilo que ocupa espaço físico, os objectos pessoais, esta regra é ignorada. Onde quer que se esteja, seja o que for que se precise, a mala tem. Malão ou pochette, conseguem empanturrá-la com tudo e mais umas botas. Literal, às vezes! Mas anda tudo lá dentro aos trambolhões promíscuos, e o emocional e o material começam a criar ligações covalentes. A mala e o seu conteúdo começam a definir a mulher, são uma extensão dela própria. Por exemplo:

Batom Caderno Espelho Lenços Botas
A rapariga insegura  Será que estou bonita?  Não tenho nada para escrever, não sou interessante.  Porque é que nasci tão feia?  Só me apetece chorar… Aposto que não me servem.
A rapariga ambientalista  Será que foi testado em animais?  Só uso papel reciclado.  Ainda provoco um incêndio!  Lenço ranhoso: papelão ou lixo orgânico? Não uso pele de animais!
A rapariga católica  Deus me livre de usar essas coisas. A única coisa que leio é a Bíblia.  A minha alma é imortal e pertence ao Senhor. Isto é só um reflexo desfocado.  Santinho!  Que se lixe o Alcorão! São tão giras, meu Deus, que até invoquei o nome do Senhor em vão.
A rapariga feminista Não preciso dessas merdas para me sentir mulher.  É demasiado pequeno, não dá para fazer cartazes de manifestações.  Que se foda esse conceito fascista da beleza! Todas as mulheres são bonitas. Todas, ouviste?  Achas que só por ser mulher tenho de andar sempre a chorar, é?  Já disse que não preciso dessas merdas para me sentir mulher!
A rapariga obsessiva-compulsiva Será que pintei bem os lábios? Será? Será? Eu não tenho CDO eu não tenho CDO eu não tenho CDO. E CDO é OCD, mas  por ordem alfabética. Não. Não pintei bem. Está esborratado! Vou pintar tudo outra vez. Ficou mal! Vou limpar. E limpar. E limpar. E vou pintar outra vez!  Aquilo é uma mancha?
A rapariga narcisista  Fogo, sou mesmo gira! Caraças, sou mesmo gira! Uau! Gira, gira, gira! Caramba! Sou tão gira! Fogo! Caraças! Uau! Caramba! Sou cá uma gira!

Antes que isto comece a parecer um livro do Stieg Larsson ou que me acusem de machismo, afianço desde já que também não penso boas coisas de homens que usam mala. Um homem tem de ter mobilidade. Tem de estar livre para agarrar numa mulher de uma forma que a faça sentir-se mulher. Com uma mão apenas, a outra serve para lhe atirar a mala o mais longe possível.

São como que pequenas Caixas de Pandora. Só que, ao contrário da original, no fundo destas não resta a esperança. Só uns OB ou Tampax…

 

Gonçalo Fortes

 


Spider-sense is tingling!

Or is it just hangover?

 

Gonçalo Fortes


É atómico, pá!

Diz-se por aí do que escrevo aqui que não devia tratar certos assuntos sérios como trato e misturar coisas como política e sexo, religião e sexo, chantily e sexo… Ao que eu pergunto: mas qual mistura?

E já agora, se a Benetton pode, eu também posso: http://goo.gl/TP0e4

Gonçalo Fortes


Eu sou o Alfa e o Ómega

Que é como quem diz “Eu sou o princípio e o fim”, depois de Deus ter inventado a Grécia.

Gonçalo Fortes

 

 

 


Vivaldi v2.0

Sabemos que acabou o Verão não porque começou a chover, mas porque já há Ferrero Rocher a levar doce à boca. Não vale a pena remeter para o calendário gregoriano, o critério agora passa a ser este. Só há duas estações: a que tem Ferrero e a que não tem. E o amarelecer das folhas é substituído pelo vestido da Senhora. Assim que a começamos a ver pela rua de mão dada com o Ambrósio, já sabemos: é a estação do Ferrero. E durante esse tempo não se pode provocar calor, o chocolate não quer e a Senhora não deixa.  Por isso, nos meses que sobram ao ano, eles fecham-se na limusine a recuperar o tempo perdido. A cozinhar, claro, calculo que os vidros embaciados sejam por razões culinárias!  A conversa típica que se bisbilhota de ouvido na limusine confirma:

– Ambrósio!

– Senhora.

– Ai Ambrósio esta minha panela está a todo o vapor. Tem de me apagar este lume.

– Mas Senhora, estou a meio de lhe fazer um bombom dourado, agora não posso parar.

– Não, Ambrósio, apetece-me algo doce, algo bom. Apetece-me um pretzelschnitzelfarfelkugeldirtysanchez.

– Compreendido, Senhora.

– Ohh bravo, Ambrósio!

É bom de ver que são eficientes, e com as inúmeras fornadas produzidas há Ferrero Rocher suficiente para, em alturas de fim de Outubro, começarmos a ver montes destes por todo o lado:



No entanto, devo confessar que desconfio deste critério e do rigor com que é cumprida a sazonalidade. É que os ditosos altos abundam por aí. E a julgar pela indumentária das senhoras, de certeza que está calor…



Esta última é para quem só gosta de Mon Chéri…

Tomei a liberdade de pensar nisto!

Gonçalo Fortes